Notícias

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REALIZA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE




A 19ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza para o ano de 2017  está em reta final. Iniciada no dia 17 de abril, a campanha prevista para encerrar no dia 26 de maio, foi prorrogada até o dia 9 de junho.

O objetivo da campanha é reduzir as complicações, as internações e a mortalidade decorrentes das infecções causada pelo vírus influenza.

A prorrogação, segundo o Ministério da Saúde, tem como objetivo atingir a meta de vacinar 90% do público-alvo (idosos, puérperas, indígenas, crianças, gestantes, professores e trabalhadores de saúde). Até o momento, foram imunizados 63,6% de um total de 54,2 milhões de pessoas.

Em Paraibano a campanha de vacinação está sendo realizada em todos os postos de saúde, até o dia 9 de junho. O município já realizou o Dia “D” e teve êxito. A procura foi grande e teve PSF que ficou sem vacina na primeira semana, mas logo foi resolvida a situação e os profissionais de saúde trabalharam para reestabelecer o cronograma.

 

Bethânia sec. de saúde e Carol sec. da As. Social em foto de Lasan

A coordenadora municipal de imunização, enfermeira  Jacyslany Carvalho, entre as ações desenvolvidas, esteve em uma rádio local, concedendo entrevista, alertando a população e convocando-a para se prevenirem contra a gripe: “Prevenir é um ato de AMOR” disse a enfermeira durante entrevista.

A estratégia da Secretaria Municipal de Saúde de Paraibano, nas últimas semanas da campanha foi orientar a cada Equipe de Saúde da Família dos oitos PSFs a fazerem a busca ativa em pacientes acamados, professores nas escolas, e locais de difíceis acessos.

A estratégia deu certo e aumentou o número de pessoas vacinadas, aproximando-se da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. Com os dias que ainda faltam para o encerramento da Campanha (9/6) a secretária municipal de saúde de Paraibano Bethânia Camargo informou que o município irá alcançar a meta.

Público-alvo

A vacina contra a gripe está disponível nos postos de saúde para crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, pessoas com 60 anos ou mais (idosos), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores.

A orientação do Ministério é que pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com deficiências específicas apresentem prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde devem se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

Segurança

A vacina disponibilizada pelo governo brasileiro protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde para este ano (A-H1N1, A-H3N2 e influenza B). A dose, segundo a pasta, é segura e também é considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe.

Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal, de acordo com o ministério, é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe no Brasil vai do final de maio até agosto.

BRASIL 

Balanço do Ministério da Saúde indica que, entre os grupos que integram o público-alvo, os idosos registram a maior cobertura vacinal (72,4%). Em seguida estão puérperas (71,2%) e indígenas (68,6%). Os grupos que menos se vacinaram são crianças (49,9%), gestantes (53,4%), professores (60,2%) e trabalhadores de saúde (64,2%).

Também foram aplicadas 7,1 milhões de doses em pessoas com doenças específicas, privadas de liberdade e em trabalhadores do sistema prisional.

Os estados com a maior cobertura vacinal, até o momento, são Amapá (85,7%), Paraná (78,1%), Santa Catarina (77,7%), Rio Grande do Sul (74%) e Goiás (70,1%). Já os estados com menor cobertura são Roraima (47,9%), Rio de Janeiro (49%), Pará (52,1%), Mato Grosso (55,8%), Rondônia (56,2%), Acre (56,4%) e Mato Grosso do Sul (57,1%).

Entre as regiões do país, o Sul apresenta maio cobertura vacinal, com 76,3%, seguida das regiões Centro-Oeste (63,7%), Nordeste (62,3%); Sudeste (61,2%); e Norte (58,2%).

VÍRUS

Os vírus influenza são transmitidos facilmente  por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfície, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N). Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam atualmente em humanos. Alguns vírus influenza A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do A (H7N9).

Top